24 de dezembro de 2009

Natal no shopping

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Inevitavelmente, a televisão nos informa que os brasileiros saíram às compras de Natal. Todo dia a mesma coisa, e não falta o complemento inédito: o brasileiro deixou para comprar na última hora. Ouço os apresentadores anunciando essas matérias e sinto vontade de mandar uma bomba ao estúdio, só para assustar e descontrair, com a mensagem anexada: "Favor aposentar a aborrecida pauta das compras de última hora. Obrigado".

O desabafo acima é completamente gratuito. A questão é outra. Não sei se o leitor reparou, ou se concorda; pode ser distração minha, mas acho que ainda não ouvi na televisão referências a um certo personagem natalino. Salvo engano, o Natal tem algo a ver com o nascimento de Jesus, ou pelo menos tinha até um dia desses. Parece que agora só dá Papai Noel.

Nada contra o Noel. Pelo contrário; é um senhor simpático e alegra as crianças de zero a cem anos. Mas a sensação de que as coisas andam esquisitas veio de novo quando estive em um shopping, dias atrás. Logo na entrada do estabelecimento, os consumidores são agraciados com o que, na minha ingenuidade, imaginei ser um presépio. Ao avistar o Papai Noel sentado no trono, meu senso aguçado rapidamente concluiu que não se tratava de um presépio. O Papai Noel estava acompanhado de duas belas ajudantes na casa dos 20 anos. Eu e alguns pais chegamos perto para ver melhor o bom velhinho.

Desviando de milhares de pessoas e sacolas, percorri o shopping à procura de um modesto presépio. Enxerguei ao longe um parque arborizado artificialmente com uma casinha no meio. Era ali, só podia ser. Cheguei à casinha; era a sala de estar de uma família de ursos mecanizados, que mexiam braços e cabeças. Novamente, não encontrei quem eu esperava.

Olhei ao redor. Árvores e arbustos com caixas de presentes penduradas nos ramos, e outros bichinhos realizando movimentos sincronizados. Eu já estava de saída, quando meus olhos esbarraram numa armação de madeira posicionada no jardim. A cena parecia familiar. Seria uma manjedoura? Ele estava lá? Para verificar, tive que aguardar um pai enquadrar a filha e apertar o botão da câmera. O homem não mostrava familiaridade com o equipamento, então fiquei imóvel ali por alguns segundos. Feita a fotografia, pude me aproximar. Não era uma manjedoura, e sim uma cesta com rodinhas. Dentro dela havia um urso. Fui embora, desviando de um monte de sacolas.

Feliz Natal a todos.

22 de dezembro de 2009

Fé no Greenpeace

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Mais um vídeo com o Christopher Monckton entrevistando uma militante do Greenpeace (a do "pensamento positivo") durante a segunda Conferência Internacional do Clima, realizada em Berlim no dia 4 de dezembro. Transcrevo para vocês. Sintam a devoção da moça. Ela se sentiria enganada caso descobrisse que não existe aquecimento global? Ela responde: não.

* * *

Militante - Eu vim porque sou membro do Greenpeace e nós ouvimos que essa conferência é sobre algumas pessoas que negam as mudanças climáticas.

Monckton - Tem havido mudanças climáticas por quatro bilhões de anos, não tem?

Militante - É você quem diz, eu sou jovem.

Nos últimos 80 anos, a mudança climática acelerou e agora temos um grande problema.

Monckton - A ONU, em seus cálculos, mostra que nos últimos 20 anos nós não podemos ter provocado efeito algum no clima. Você está dizendo que nos últimos 20 anos nós subitamente fizemos algo que realmente mudou o clima?

Militante - Bem, se você olhar as geleiras, se você olhar os pólos... O clima muda.

Monckton - O Greenpeace é uma organização militante, certo?

Militante - Como assim organização militante?

Monckton - Bem, não é um gabinete meteorológico, é?

Militante - Não, claro que não.

Monckton - Por que você acredita em informes, do Greenpeace ou de qualquer outra pessoa, sem examiná-los de fato?

Militante – Porque eu vi isso, eu sou da Noruega, eu vi as geleiras há 20 anos, eram muito maiores do que são agora, eu vejo que a fauna e a flora estão mudando.

Monckton - Se você descobrir que tudo que eu te disse sobre o clima (é verdade) – que temos esfriamento global há nove anos, que recentemente tivemos a menor atividade de furacões dos últimos 30 anos, que praticamente não houve mudança na extensão global do gelo marítimo nos últimos 30 anos –, você pensaria que a organização na qual você acredita te enganou?

Militante: Não.

Monckton – Eu peço a você que não acredite em mim nem em qualquer outra pessoa – mas que faça como você falou agora e verifique por si própria. Quando você o fizer, acho que você vai descobrir que está fazendo campanha por um problema inexistente. Muito obrigado.

Militante – Veremos.

18 de dezembro de 2009

Lorde Monckton versus Greenpeace, ou: fatos são "pensamento positivo"

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Lorde Christopher Monckton foi assessor de Margareth Thatcher e é hoje uma das vozes mais influentes no combate à farsa do aquecimento global. Entre outros feitos em benefício da decência humana, Lorde Monckton impediu judicialmente que Uma Verdade Inconveniente fosse exibido nas escolas britânicas. Alegação: o filme é uma fraude. Al Gore já foi desafiado mais de uma vez por Monckton a um debate cara a cara. Al Gore recusou-se. Por que será?

Neste vídeo, Monckton entrevista militantes do Greenpeace durante a segunda Conferência Internacional do Clima, realizada em Berlim no dia 4 de dezembro. Transcrevi os diálogos. Vejam e escutem a reação desses eco-socialistas cheios de boas intenções (querem salvar o planeta, nada menos) ante as informações apresentadas por Monckton - que você aí no outro lado do monitor também não encontrará na grande imprensa. Atenção especial para a resposta à pergunta "Como você reage diante desses fatos?". Lavagem cerebral não é brincadeira.

* * *

Maluquinho da abertura: Devemos manter nosso planeta habitável, e se ele está ficando mais e mais quente, vai dar um feedback positivo e a temperatura pode ficar fora do controle, e aí não vai ter resgate.

Lorde Monckton - O nível do mar subiu quanto nos últimos quatro anos?

Militante - Eu não sou... Eu não estudo meteorologia ou...

Monckton - Praticamente não subiu. Mas você tem visto reportagens na mídia dizendo que o nível do mar está subindo cada vez mais rápido?

Militante - (...) Acho que sim.

Monckton - (apontando para o cartaz) Tem uma frase ali dizendo que a mudança climática é um fato. Tem sido um fato por quatro bilhões de anos, não é?

Militante - Acho que sim.

Monckton - Nos últimos dez ou quinze anos, o mundo ficou mais quente, ficou igual ou ficou mais frio?

Militante - Não sei.

Monckton - Qual temperatura a Terra deveria ter em média?

Militante - Agora, é...

Monckton - Qual é a melhor temperatura para a Terra?

Militante - (...)

Monckton - Qual é a temperatura hoje?

Militante - Não sei, éee... A temperatura não é a mesma todo dia.

Monckton - A maioria das criaturas vive nas partes mais quentes do mundo. Poucas criaturas vivem nas partes mais frias. Sendo assim, não é fato que as mais quentes são melhores para a saúde?

Militante - Não.

Militante - Não. O que você quer que eu diga?

Monckton - Estou te fazendo a pergunta.

Monckton - Você está surpresa ao descobrir que não houve aquecimento global nos últimos 15 anos?

Militante - Você não tem dúvida?

Monckton - Eu verifiquei os dados. Quatro conjuntos de dados.

Militante - Como é que você sabe disso?

Monckton - Eu pego os dados dos satélites e organizo o chamado “least-squares linear-regression trend”, o que significa que você tem um sistema de dados estatísticos – um que sobe e desce – que pode ser processado matematicamente para mostrar a tendência durante um determinado período, e durante os últimos 15 anos não houve aumento estatisticamente significativo da temperatura de forma alguma. São esses os fatos. Como você reage diante desses fatos?

Militante - Acho que isso é pensamento positivo, honestamente.

Monckton - Você acha que é uma boa notícia?

Militante - É claro que é uma boa notícia.

Monckton - Volte ao Greenpeace, que organiza esse evento (protesto), e pergunte a quem quer que tenha te mandado aqui por que foi que te mandaram aqui, agora que você sabe que não houve aquecimento global nos últimos 15 anos. Eu quero que você pergunte isso a eles.

Militante - Vou perguntar.

Monckton - o Greenpeace é uma organização militante, certo?

Militante - Como assim organização militante?

Monckton - Bem, não é um gabinete do clima, é?

Militante - Não, claro que não.

Militante - Você tem um monte de fatos. Você tem mais fatos que a minha cabeça.

14 de dezembro de 2009

Não existe aquecimento global

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Desligue a televisão e busque o conhecimento.

A Terra está esfriando. É o que afirma José Carlos Parente de Oliveira, Doutor em Física com Pós-doutorado em Física da Atmosfera e professor da Universidade Federal do Ceará:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=691894

A Terra vai esfriar nos próximos 20 anos. Quem nos informa é outro herege, Luiz Carlos Molion, meteorologista da Universidade Federal de Alagoas e representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM). Do alto dos seus 40 anos de experiência em estudos do clima, Molion assegura que o homem é incapaz de causar um aquecimento global:
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/12/11/nao-existe-aquecimento-global-diz-representante-da-omm-na-america-do-sul.jhtm

Neste vídeo, Molion expõe a picaretagem do aquecimento global em palestra - recheada de dados - proferida no XXI Fórum da Liberdade. Imperdível:
http://www.youtube.com/watch?v=qB7GcXu9-Vc

Na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara, confira o documentário The Great Global Warming Swindle (A Grande Farsa do Aquecimento Global), produzido pelo Canal 4 britânico. Legendado em português:
http://www.midiasemmascara.org/videos/viewvideo/5/Ambientalismo/A-grande-farsa-do-Aquecimento-Global-1.html

E como chegamos a esse estado de coisas na grande imprensa? Olavo de Carvalho comenta a uniformização ideológica da mídia em escala mundial:
http://www.olavodecarvalho.org/semana/091214dc.html

10 de dezembro de 2009

Como engabelar o telespectador

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Artigo no jornal O Estado (texto integral)

Em clima de conferência do clima em Copenhague, o programa Fantástico (6 de dezembro) preparou psicologicamente o telespectador para a catástrofe planetária que se aproxima, oferecendo contudo uma saída para o apocalipse devidamente sacramentada pela Organização das Nações Unidas. A saída consiste em fazer o que a ONU disser que deve ser feito.

Os e-mails vazados por hackers que expõem a falcatrua dos cientistas da Universidade de East Anglia, comunicaram os apresentadores do programa, foram categoricamente desacreditados pela ONU. O aquecimento global é "i-ne-quí-vo-co" (Zeca Camargo caprichou na ênfase). Portanto, os alienados devem tirar o cavalo da chuva: o mundo vai acabar mesmo. Assim diz a ONU, a autoridade máxima da nossa era.

Sem mostrar ao telespectador o conteúdo de algumas das mensagens trocadas pelos cientistas (como, por exemplo, aquela que fala em usar o "truque" para esconder o "declínio" da temperatura), o Fantástico deu o assunto por encerrado. A tese do aquecimento global está sendo usada como pretexto de uma regulação econômica sem precedente, pois se trata de uma regulação global – nenhum imperador em qualquer época alcançou tamanha jurisdição. E como reage o Fantástico (a grande imprensa inteira) ante a descoberta de milhares de documentos que podem desmascarar essa tese? Faz de conta que o caso não tem importância. Chamam isso de jornalismo.

A matéria diz ainda que "o mundo inteiro está preocupado", pois "a Terra já está quase 1º C mais quente do que há 150 anos, quando começou a era industrial". Grande coisa! A temperatura da Terra tem variado desde o primeiro dia. Houve períodos quentes e períodos frios. O físico José Carlos Parente de Oliveira, da Universidade Federal do Ceará, em entrevista ao Diário do Nordeste (15 de novembro), nos informa que por volta dos anos 1300 (segundo minhas fontes, nessa época não existiam fábricas nem automóveis, tampouco petrolíferas) ocorreu o chamado Período Quente Medieval, em que a temperatura da Terra foi superior à atual em cerca de um grau centígrado. Por volta dos anos 1800 tivemos a Pequena Era Glacial. Não há nada de anormal na possibilidade de a temperatura ter subido (ou baixado) num certo espaço de tempo. Já aconteceu antes e acontecerá novamente, independentemente do que a humanidade faça ou deixe de fazer.

Além disso, José Carlos Parente de Oliveira e centenas de outros cientistas "céticos" (termo que na acepção da ONU equivale a "hereges") sustentam que a temperatura do planeta vem caindo – caindo - desde 1998. Existem dados colhidos por satélites para prová-lo, mas, conforme o físico, "esses dados não são aceitos e nem utilizados pelo IPCC nos seus documentos". Ou seja: a ciência da ONU está fechada ao debate. Isso não é ciência, é ideologia fanática.

E o Fantástico martela: precisamos controlar as emissões de CO2, já que "está com-pro-va-do que há uma relação direta entre o aumento da concentração do gás na atmosfera e o aumento da temperatura". Não está não, Sônia Bridi. Ouçamos José Carlos Parente de Oliveira mais uma vez:

"A hipótese do aquecimento global antrópico defendido pelo IPCC não possui base científica sólida. Não há dados observacionais que provem cabalmente a influência humana no clima. Se voltarmos um pouco no tempo nós constataremos que entre os anos de 1945 e 1977 houve um resfriamento da Terra, acompanhado de grande alarde de que o planeta congelaria, haveria fome, milhares de espécies desapareceriam etc. E veja que nesse período houve grande queima de carvão e petróleo motivada pela reconstrução da Europa e da Ásia após a 2ª Guerra Mundial. Outro exemplo de não conexão entre concentração de CO2 e temperatura da Terra ocorreu entre os anos 1920 e 1940, período em que a Terra esteve mais quente que os anos finais do século XX, e nesse período a atividade de queima de combustível foi de apenas 10% do que foi observado nos anos 1980 e 1990".

O recorte temporal usado na matéria é o recorte vendido ao mundo pela ONU e tem relação com o objetivo político da coisa toda. Ligar a fraude do aquecimento global à era industrial remete a um velho slogan: a culpa é do capitalismo. Não é à toa que a militância socialista adotou a histeria do aquecimento como cavalo de Tróia do governo mundial que está sendo arquitetado neste exato momento em Copenhague. Enquanto o comissariado vai preparando taxas e metas compulsórias de alcance global, passando por cima das soberanias nacionais, a grande imprensa vai fazendo o seu trabalho de menina de recados do clube, engabelando o público. É fantástico.

9 de dezembro de 2009

Alborghetti

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1945 - 2009

Que ele esteja num lugar melhor.

3 de dezembro de 2009

Vitória!

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Artigo no jornal O Estado

Basta compararmos a reação de Lula a duas eleições presidenciais recentes para sabermos de que lado ele está. Vamos recordar a eleição presidencial no Irã. Vimos pela televisão os protestos nas ruas de Teerã, as passeatas, os assassinatos. Enquanto os chefes de Estado, mesmo os mais cínicos, tinham a cautela de aguardar o pronunciamento dos aiatolás, Lula foi de uma rapidez impressionante: Ahmadinejad venceu, é o presidente e é nosso amigo. E como poderíamos esquecer que os iranianos baleados na rua comportavam-se como torcedores insatisfeitos com o placar do jogo?

Assim disse e agiu o nosso presidente. Agora Lula tem uma opinião diferente. Ele bate o pé e declara que não reconhece o presidente eleito de Honduras, Porfirio Lobo, no que mantém uma perfeita coerência. Lula gosta é de ditadores, tiranos, genocidas. A diplomacia petista está sempre do lado deles. No entanto, não é só essa ostensiva aversão à democracia o que explica a recusa de Lula de reconhecer a eleição hondurenha. Há uma razão maior: o Foro de São Paulo, presidido por Lula, encarava a dominação de Honduras como uma questão de honra. Entronizar Manuel Zelaya era prioridade na agenda revolucionária. Mas o povo hondurenho resistiu e venceu.

Lula mal pode suportar o fato. Agora os amantes da liberdade têm Honduras como exemplo triunfante de reação ao socialismo. Todos os amantes da liberdade na América Latina foram hondurenhos nos últimos meses. A pressão foi enorme. O país foi boicotado e hostilizado. Os bandidos do continente e fora dele partiram para cima de Honduras. Era um escândalo total: um pequeno país fazendo valer sua Constituição democrática e mandando as ordens e intimidações da "comunidade internacional" para a pqp.

Quando ficou claro para o Foro de São Paulo que os hondurenhos não iam se ajoelhar, veio outra cartada: Zelaya materializou-se na embaixada brasileira. Não era lindo ver o Celso Amorim na televisão se dizendo surpreso? Lula também se mostrou surpreendido. O coitado nunca sabe de nada. De qualquer forma, a jogada da aparição mágica também não deu certo. Parecia que nada poderia deter um povo comprometido com a liberdade. E agora um novo presidente está eleito. Zelaya entra para as novas edições do manual do perfeito idiota latino-americano. A Lula resta bufar de ódio, impotente. Que bela história Honduras nos proporcionou. Vitória!

2 de dezembro de 2009

Contando a história inteira

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Pergunte ao seu professor de história quem é Orlando Lovecchio Filho.

26 de novembro de 2009

Aquecimento global é embuste totalitário

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Artigo no jornal O Estado

Pergunte a um meteorologista o clima da semana que vem. O máximo que ele pode fazer é indicar a grande probabilidade de certas condições atmosféricas. Por mais avançada que seja sua técnica, o homem não pode dar a certeza absoluta de sol no próximo domingo. Mas os partidários do aquecimento global têm o futuro na palma da mão. Dentro de 30 anos, os mares vão subir 3 metros e 22 centímetros. No dia 5 de outubro de 2027, a temperatura média do planeta atingirá 46 graus. Morreremos todos, torrados ou afogados.

Os fiéis da nova religião proclamam que a discussão está encerrada a favor deles. Existe o aquecimento, o ser humano causa o aquecimento e ponto final. “O debate acabou”, como decretou Al Gore (desde quando a ciência é estática?), sacerdote da igreja apocalíptica da ONU, onde o suposto “consenso científico” ocupa o lugar de Deus. Obviamente estamos diante de uma fraude monumental, que fica bem exposta no arquivo de pilantragem jogado na internet por um hacker herói.

O hacker entrou nos computadores da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia, o maior centro de pesquisa sobre aquecimento global da Inglaterra, e publicou na internet milhares de planilhas, e-mails trocados por cientistas, PDFs, etc., cuja autenticidade foi confirmada pelo diretor da unidade. Os documentos mostram conluio para exagerar dados sobre o aquecimento, destruição de informação embaraçosa (ou seja, que desminta a tese do fim do mundo), resistência organizada à revelação dos dados comprometedores, manipulação de números e confissões de erros em declarações públicas. O consenso científico é mesmo uma coisa linda!

De qualquer forma, os esforços de engenharia social continuam. A histeria do aquecimento global nada mais é do que o cavalo de Tróia da militância socialista internacional. Hoje, o controle da economia mundial por uma elite de iluminados tem a desculpa de salvar o planeta. Que pretexto teria mais apelo entre as massas? Se o leitor estiver achando a conversa meio paranóica, peço que acompanhe o desenrolar da trama. Agora que o arquivo da pilantragem do aquecimento correu a internet, e às vésperas da reunião de Copenhague, a pregação apocalíptica só vai aumentar. Surgirão novos relatórios e estudos – sempre financiados pela ONU – para meter medo na humanidade. Observe você mesmo.


* * *

"O planeta está esfriando!"

Aproveito para recomendar a entrevista dada pelo professor José Carlos Parente de Oliveira ao jornal Diário do Nordeste de 15 de novembro. Ele é Doutor em Física com Pós-doutorado em Física da Atmosfera e ensina na Universidade Federal do Ceará (UFC). Trechos:

"DN - Por que o senhor caminha na contramão do ambientalmente correto e proclama que o planeta não está aquecendo, mas esfriando?

A busca da verdade deve ser o norte, o foco da atividade em ciências. E penso que não é isso o que ocorre com o tema aquecimento global. A sociedade está sendo bombardeada por notícias, reportagens na tevê, filmes e tudo isso com a mensagem de que as atividades humanas relacionadas às queimas de combustível fóssil (petróleo, carvão e gás) são as culpadas pelo aquecimento da Terra. O grande responsável por esse bombardeio é o Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC na sigla em inglês), que é um órgão da ONU.

DN - Então, em vez de estar aquecendo, a Terra está esfriando agora? Mas isso é o contrário do que proclamam as ONGs, os cientistas, os jornais. Quem está errado?

No ano de 1998, houve um fenômeno atípico: um super El Niño aqueceu a terra quase um grau acima da média em que ela se encontrava. Desde esse fenômeno do El Niño, a temperatura da Terra, sistematicamente, vem diminuindo, conforme os dados coligidos pelos satélites. Esses dados, porém, não são aceitos e nem utilizados pelo IPCC nos seus documentos".

PT avançando sobre a imprensa

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No Mídia Sem Máscara:

Origens da CONFECOM e CONFECOM é o Foro de São Paulo em ação, por Nivaldo Cordeiro.